Eu e a Astrologia....cont.

Sabe pessoal, como vocês estão vendo, eu amo aprender. 

Não tem como ficar sem aprender quando se tem um Júpiter forte na primeira. 

E eu sinceramente não tenho interesse de pedir para outros me chamarem de doutora, porque não me sinto bem. 

Nunca me senti bem me colocando acima de qualquer um. 

Na verdade mais pura, quanto mais eu aprendo, mais eu sinto que nada sei. 

Se vocês perguntarem para as minhas amigas do Salete (colégio) e da São Camilo (faculdade), eu nunca fui de estudar. 

Sempre tirei nota baixa. Não sei nem como passei o colegial. 

Nem terminei a primeira faculdade porque meu interesse era só em algumas matérias. Eu pegava tantas DP que a professora de fisiologia até virou amiga de tanto que me viu! 

Sempre me achei burra. Sempre me achei inconveniente. Sempre me achei que não pertencia a esse mundo. Kkkkkkkkk eu mesma sou o ET que tanto espero chegar! Kkkkkkk

Esse foi meu Dasha (período planetário) de Marte. 

Daí entrou o período de Rahu. 

Antes mesmo de terminar, o que eu já suspeitava que seria uma faculdade de 10 anos porque nunca ia terminar em 4, casei. 

Eu estava no final do meu Sade Sati. 

Foi um casamento arranjado. Minha família estava tão feliz de ter encontrado um “marido” perfeito pra mim. 

Esse período de Rahu foi um dos melhores para fazer aquela vida de casada, morando nos Estados Unidos. 

O Dasha de Rahu me preparou para o meu período de Jupiter. 

Quando eu entrei no período de Rahu, foi quando eu ganhei o concurso de Miss India-Brazil. 

No período de Rahu, eu me formei em Administração, tive minha filha, e trabalhei no Bank of America. 

Mas o casamento começou a entrar em ruínas. 

No final do meu período de Rahu, meu paizinho faleceu. 

Quando eu entrei no período de Jupiter, me separei do meu ex e me mudei de Washington DC para Hollywood, California. 

Eu vim morar com o Das Goravani que é o criador do programa de Astrologia que eu uso. 

No dia em que meu Dasha mudou para Jupiter, nós dois nos mudamos para Oregon. 

Eu o conheci através do meu pai em 1993. Mas foi só depois que papai se foi que eu comecei a conversar com ele quase diariamente. 

Desde então, ele tomou o lugar do meu pai e do marido. 

Neste Dasha de Jupiter, eu entrei numa jornada de auto conhecimento tão louco, que de 2010 até 2017, perece que entrei num buraco negro onde eu morri tantas vezes que hoje não sou mais a Shakti que muitos conhecem. 

Nestes últimos 10 anos de Júpiter Dasha me formei em Medicina Integrada e conquistei o meu Doutorado em Medicina Natural. Amei cada aula. 

Escrevi o primeiro livro técnico de Jyotish de 700 páginas em Português.

Minha tese de doutorado foi em Astrologia Médica e logo vou torná-lo em livro traduzido para o Português. 

Gente, eu não sou estudiosa como muitos pensam. 

Muito menos esforçada! 

O Júpiter na 1 com uma Lua em Touro na 4, eu sou MUITO preguiçosa! 

A minha preguiça não é sobre oque me interessa. 

Se algo me interessa não tem preguiça que me pare. 

A minha preguiça é sobre o que não presta. O que não me ajuda a evoluir. 

Não gosto de conselhos alheios porque não funcionam. 

Eu só procuro informações que são efetivas. 

Como? 

Eu vejo resultados. 

Não “ouço” palavras. 

Se o que a pessoa está ensinando vem da experiência própria, já conquistou minha atenção. 

Eu estou na segunda metade do meu Dasha de Júpiter e comecei o meu segundo Mestrado e Doutorado. 

Tudo tudo tudo que eu me permito aprender é para mim mesma! 

Nunca tive interesse de aprender para ensinar. 

Sabe por que? 

Porque desde o início dessa minha jornada, eu vi que palavras vão embora e ficam guardadas no esquecimento. 

Mas quando se prática a palavra, a palavra vira um ato. Esse ato, quando repetido várias vezes, se torna um modo de ser. O modo de ser, em torno, se transforma na tua personalidade. 

E quando você é o que pensa, você atrai mais o que quer. 

Eu sempre digo o que muitos já dizem. 

Tudo é energia. 

Tudo tem sua frequência. 

Abundância é uma frequência. 

Saúde é uma frequência. 

Dinheiro é uma frequência. 

Espiritualidade é uma frequência. 

A chave do teu carro tem uma frequência. 

O teu filho tem uma frequência. 

O poste lá da esquina tem uma frequência. 

Estas palavras que você está lendo agora tem uma frequência. 

Como se manifesta o que se quer? 

Sintonizando a tua frequência com a frequência daquilo que quer. 

Mas não na atitude de que está faltando e por isso você quer manifestar. 

A manifestação de um objeto, situação, evento ou pessoa está na frequência da tua atitude. 

Eu já passei meses sem saber como vou pagar as contas. 

Já fiquei 5 meses sem pagar contas porque não tinha da onde tirar o dinheiro. 

Essa era minha atitude. E por isso cada mês se manifestava com a frequência de falta de dinheiro. 

Mas só depois de assistir o filme “O Segredo” gazilhões de vezes, eu comecei a entender a fórmula. 

Mas só intelectualmente. Tudo era só filosofia, como sempre. 

Daí vem a desculpa que esse filme é pra idiotas, não funciona. 

Daí vem o medo “Eu nasci pra sofrer mesmo. Vou morrer na rua sem nada.”

Mesmo já no meio de uma depressão profunda que foi diagnosticada depois, eu fiquei tentando e ignorando meus medos. 

Não é fácil! 

É simples, mas não é fácil. 

Eu tive que ir contra uma programação que foi estampada no meu subconsciente por 40 anos! 

Por mim mesma porque nada pode acontecer dentro de mim sem a minha permissão. 

As minhas crises de depressão eram tão fortes que a morte virou um lugar familiar e confortante. 

Coitadinho do Das! Ele já estava passando pelos perrengues mentais dele.  

Ele é autista e sofria de borderline esquizofrenia. 

Essa fase foi muito difícil pra nós dois e os dois tínhamos um desejo de morrer inerente. 

Daí vem a minha filha que entra no mundo das drogas. 

Deu perda total no meu carro. Estava completamente fora de si por meses e meses. 

Eu juro que quando eu me lembro de tudo isso eu me pergunto como estou aqui! 

Tive que enfrentar tudo sozinha. 

Não foi nada nada nada fácil esses últimos 10 anos pra mim. 

Eu até cheguei a acreditar que simplesmente não fui “fiada” pra ter uma vida feliz. 

Eu intelectualmente sabia que sou eu que causo os meus problemas. 

Como foi que eu causei o autismo e o “machismo” do Das? 

Como foi que eu criei a minha filha nas drogas? 

Daí eu me lembrei do que meu pai me dizia: “Cada um tem seu Karma.”

Foi aí que as coisas começaram a mudar. Eu me isolei tão profundamente. 

Parei de falar com a minha família e amigos. 

Bloqueei tudo que me distraia. 

TUDO!

Comecei a praticar tudo que aprendi. 

Comecei a praticar em ser os pensamentos:

A depressão não sou eu. É uma consequência dos meus pensamentos. 

Eu posso pensar o que eu quiser porque estou completamente sozinha sem precisar ser nada pra ninguém. 

O Das e a Neha sofreram comigo. Os 2 precisaram a aprender a cozinha e limpar a casa, etc porque eu não existia mais em casa. 

Eu vivia num mundo separado. E ainda vivo. 

Eu vivo num mundo onde não há falta. 

Eu sou abundância. 

Eu sou contas pagas. 

Eu sou viagens pro Brasil. 

Eu sou a mãe de uma mulher maravilhosa que se orgulha de mim! (Ela sempre me colocou no pedestal, mas eu sempre achei que não merecia). 

Eu sou a parceira de um Gênio! (Ele sempre me amou, mas eu que achava que não merecia). 

Eu sou a filha que minha mãe sempre teve orgulho! (Ela sempre teve, mas eu achava que não merecia). 

Eu sou a versão que eu sempre quis ser. 

Eu sou feliz mesmo sem saber o que é ser feliz. 

Eu sou plena. 

Existe um ditado em inglês: “Fake it till you make it”. 

“Finja até ser.”

Por mais que os outros achavam que eu estava completamente louca, desiludida, que eu finalmente fiquei louca de se internar, eu mantive o foco. 

Os áudios dos meus professores fica no replay já faz 8 anos. 

Fui exageradamente louca alucinada. 

Mas não durava. 

O bem estar não durava. 

Eu ficava puta da vida quando eu me pegava reagindo através da velha programação. 

Irada! 

Qualquer um que vinha falar comigo levava parada. 

Queria socar algum neguim só porque! 

Eu perdi a conta anos atrás de quantas vezes eu já caí nessa caminhada. 

Mas foi só caindo que eu aprendi o que funciona e o que não. 

De tanto eu “fingir” ser a minha melhor versão*, eu comecei a agir soberba minha melhor versão sem querer. Tipo sem notar. 

* para achar a minha melhor versão, eu usei um diário onde eu escrevia a “história” do dia como se tudo que eu quis fazer que estava na minha agenda, eu fiz. 

Para chegar ao ponto onde a minha agenda estava repleta de coisas maravilhosas para fazer, levou alguns meses. 

É um processo. 

Eu sou preguiçosa. Não tenho vergonha em dizer isso porque não me sinto mal quando vejo essa parte da minha personalidade. 

A minha preguiça é inteligente! Kkkkkkkkkkkk

O tempo que eu utilizo pra fazer nada, eu estou pensando como melhorar o que já está bom. 

E porque não? 

Não tenho como eu fugir dessa natureza Aquariana, Sagitariana, Jupiteriana e Taurina. 

Mas eu tenho a prerrogativa de escolher* como usar essas energias.  

O cérebro é como um rádio. 

Não dá pra mudar a música se você não mudar a frequência DE PROPÓSITO, COMO ESCOLHA, NA PRESENÇA. 

Você precisa trazer a tua atenção aqui pro presente para levantar a sua mão, concentrar o seu dedo digital para apertar o botão do teu rádio pra mudar a frequência para aquela estação que está tocando algo que você gosta. 

E isso só ocorre de momento à momento. 

O Auto conhecimento é uma jornada de momento a momento. 

* Escolher = fazer algo diferente do que se fazia antes através da presença, atenção aqui agora. 

Eu estou num ponto onde eu só preciso praticar um hábito novo por 4 vezes. 

Na quinta vez, já ficou bem mais fácil pensar do jeito novo. 

Eu ainda caio nas armadilhas da Maya. 

Eu preciso ainda ficar lembrando que mudar o “lá fora” (a Neha, ou Das, ou o meu ex, ou a minha mãe, ou a situação, ou a pandemia, ou a depressão {não é recessão} na que estamos ainda no começo, etc) é como tentar mudar o roteiro do filme que você está assistindo, através da TV. 

O cérebro é só um receptor que traduz frequências. 

Mas só podemos entender que elas existem através dos nossos 5 sentidos. 

Outro exemplo: Os nossos 5 sentidos são a “tela do teu celular. 

O teu dedo é o que dá o estímulo. O gatilho. Assim que você apertou um aplicativo (apertou o gatilho), o aplicativo simplesmente começa a fazer o que foi programado para fazer, ex: abrir WhatsApp, etc.. NUMA REAÇÃO EM CADEIA! 

Você, o teu dedo, não vai conseguir fazer o aplicativo de e-mail te agir como o Waze. 

Você precisa primeiro fazer o download do Waze para poder obter a informação que você quer.  Este caso, gps. 

Mas antes, você foi procurar, pesquisar, qual o melhor aplicativo para de dar coordenadas geográficas mais precisamente possível. 

Assim mesmo, eu faço comigo mesma. 

Eu amo analogias! Kkkkkkkkkk

FUNCIONA!!!!! 

ESSA ANALOGIA FUNCIONA PARA QUALQUER IDADE, RAÇA, STATUS SOCIAL, RELIGIÃO, ou qualquer outra desculpa para não sair do gostosinho! 

Se eu me considero a MAHA PREGUIÇOSA, e estou no meu segundo doutorado, e não há limites para mim, consigo fazer, então qualquer um também pode viver a sua melhor versão e trazer tudo que é necessário para te descascar de tudo que não presta mais. 

A tua dor não é em vão. 

O sofrimento, sim. 

Nossa! Falei demais! 

Nem me lembro mais qual foi o propósito deste minúsculo texto, mas......taí. 

Enjoy!

Preciso me preparar para a próxima consulta. 

Namaste 🙏🙏🙏

Shakti Karahe, PhD

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