Determinismo X Livre Arbítrio



Tudo que digo aqui nesse texto é uma composição de tudo o que eu digo nas consultas e aulas. 

É uma leitura que abre os olhos e muda a perspectiva. 

Porém, eu sei que só alguns entenderão o que estou dizendo aqui. 

Mas para mim, se eu acordei só uma pessoa, já valeu a pena todo esse meu esforço aqui. Bora lá!

Durante séculos, filósofos e teólogos sustentaram quase por unanimidade que a civilização como a conhecemos depende de uma crença generalizada do livre arbítrio. 

E perder essa crença pode ser catastrófico.  

Nossos códigos de ética, por exemplo, assumem que podemos escolher livremente entre o certo e o errado.  

Na tradição cristã, isso é conhecido como "liberdade moral”.

Lembro-me que numas das minhas leituras, Immanuel Kant reafirmou esse vínculo entre liberdade e bondade.  Se não somos livres para escolher, argumentou ele, não faria sentido dizer que devemos escolher o caminho da justiça.

Hoje, a suposição de livre-arbítrio percorre todos os aspectos da política brasileira e americana, desde a prestação de assistência social até o direito penal.  

Como nós pensamos e agimos estão enraizados em um otimismo básico sobre a vida e uma fé no livre arbítrio.

O problema é quando se usa a liberdade do livre arbítrio, nós esperamos certos resultados. 

Quando esses resultados não se manifestam, ou manifestam em desacordo com a nossa vontade, nós simplesmente, jogamos tudo pro alto e nos rendemos como se tivéssemos falhado. 

Então, o que acontece se essa fé se desgastar?

As ciências têm se tornado cada vez mais ousadas ao afirmar que todo comportamento humano pode ser explicado pelas leis mecânicas de causa e efeito.  

Pense comigo aqui: Se evoluímos, faculdades mentais como a inteligência devem ser hereditárias.  

Mas se usamos essas faculdades (que algumas pessoas têm em maior grau que outras), para tomar decisões.  

Então podemos concluir que a nossa capacidade de escolher nosso destino não é livre, mas depende de nossa herança biológica.

Mas, Professora! E aquele lance da Natureza X Criação? 

Nossas ações são o efeito desdobrável da nossa genética?  

Ou o resultado do que nos foi impresso pelo meio ambiente?  

Nas últimas décadas, a neurociência ajudou a resolver o debate sobre a natureza e isso resultou em mais um golpe na idéia do livre arbítrio.  

Usando aparelhos que escaneam atividades cerebrais, os estudos nos permitiram espiar dentro do crânio de uma pessoa viva, revelando redes intricadas de neurônios e permitindo aos cientistas chegarem a um amplo acordo de que essas redes são moldadas pelos genes e ambiente.  

Conclusão: o disparo de neurônios determina não apenas alguns ou a maioria, mas TODOS os nossos pensamentos, esperanças, memórias e sonhos.

Sabemos que mudanças na química do cérebro podem alterar o comportamento. 

Caso contrário, nem o álcool nem os antipsicóticos teriam os efeitos desejados.  

O mesmo vale para a estrutura cerebral: casos de adultos comuns se tornando assassinos ou pedófilos após o desenvolvimento de um tumor cerebral demonstram quão dependentes somos das propriedades físicas da nossa massa cinzenta.

Estudos científicos demonstraram na década de 80 que NÃO temos livre-arbítrio.  

Já se sabia que a atividade elétrica se acumula no cérebro de uma pessoa antes que ela, por exemplo, levante a mão, e estudos confirmaram que esse acúmulo ocorre antes que a pessoa conscientemente tome uma decisão de se mudar.  

A EXPERIÊNCIA CONSCIENTE DE DECIDIR AGIR, QUE GERALMENTE ASSOCIAMOS AO LIVRE ARBÍTRIO, É UM COMPLEMENTO, UMA RECONSTRUÇÃO DE EVENTOS QUE OCORREM DEPOIS QUE O CÉREBRO JÁ ACIONOU O ATO.

Leia a última frase novamente!

Esse debate sobre a nossa natureza nos preparou para pensarmos em nós mesmos como moldados por influências além do nosso controle.  

Mas deixou um espaço, pelo menos na imaginação popular, para a possibilidade de que pudéssemos superar nossas circunstâncias ou nossos genes para nos tornarmos autores do nosso próprio destino.  

O desafio colocado pela neurociência é mais radical: descreve o cérebro como um sistema físico como qualquer outro, e que segue um programa igual ao programa que faz bater o teu coração, contrair e relaxar seu pulmão, filtrar a água no seu rim, etc. 

A imagem científica contemporânea do comportamento humano é: alguns neurônios disparam, fazendo com que outros neurônios disparem, causando nossos pensamentos e ações, em uma cadeia ininterrupta que vai se remontando desde o nosso nascimento.  

E o que tudo isso quer dizer, Professora?

Isso quer dizer que somos completamente previsíveis.  

Coitadinho daqueles que se acham originais…….

Por quê, Professora?

Porque de original, nessa dimensão 3D em que todos nós aqui vivemos, não tem nada!

Tudo é juros acumulado. 

Quando entendemos bem a arquitetura e a química cerebral de qualquer indivíduo, poderíamos, em teoria, prever a resposta dessa pessoa a qualquer estímulo com 100% de precisão.

Mas pra que fazer tudo isso quando a Astrologia já mostra isso? 

Eu já te digo na cara quem você é só de olhar no teu mapa, uai!!!

O que há de novo, porém, é a disseminação do ceticismo do livre-arbítrio para além dos laboratórios e para o mainstream.  

O número de processos judiciais, por exemplo, que usam evidências da neurociência mais que dobrou na última década!

E sabe o que esses acusados dizem? 

“Eu nasci assim! Eu sou quebrado mesmo! Meu cérebro que me fez fazer isso!”

Meu Deus!!! As pessoas estão se escondendo atrás do determinismo! Se escondem atrás de desculpas! Sempre desculpas!!!!

Estaciona no lugar de deficiente e quando é pego dá a famosa desculpa que era “rapidinho”, que “não viu a placa”…… Covardes! 

E assim vai em várias outras coisas. 

Todo mundo sabe intelectualmente que um país é tão corrupto quanto o cara mais honesto. 

E se a mente corrompida já está presente desde o senhorzinho da feira, então não há presidente que resolva os problemas da população. 

Piranhas só elegem piranhas. 

Vampiros só elegem vampiros. 

E se os caras que estão lá governando são os mesmos HÁ DÉCADAS!!!!! Então, quem está querendo mudança é realmente muito burro!!! 

Vai ficar querendo. 

Se nem a tua mente você consegue dominar, e tu quer mudar a mente dos outros!!!!!! 

Gente!!! A INTELECTUALIDADE NÃO VALE NADA SE NÃO É MANIFESTADA NAS NOSSAS AÇÕES!!! NÃO SÓ NAS PALAVRAS!!!!

Se a responsabilidade moral depende da fé na nossa própria inteligência, então, à medida que a crença no determinismo se espalha, nos tornaremos moralmente irresponsáveis?  

E se vemos cada vez mais a crença no livre arbítrio como uma ilusão, o que acontecerá com todas as instituições que se baseiam nela?

Em 2002, dois psicólogos tiveram uma idéia simples, mas brilhante: em vez de especular sobre o que poderia acontecer se as pessoas perdessem a crença em sua capacidade de escolher, vamos fazer o experimento.  

Então, eles pediram a um grupo de participantes para ler uma passagem argumentando que o livre arbítrio era uma ilusão, e outro grupo para ler uma passagem que era neutra sobre o assunto. Depois, sujeitaram os membros de cada grupo a uma variedade de tentações e observaram seu comportamento.  

Será que a diferenças nas crenças filosóficas abstratas influenciam as decisões das pessoas?

Obviamente que sim, de fato.  

Daí, quando lhes foi solicitado a fazer um teste de matemática, bem fácil, o grupo que argumentou que o livre-arbítrio é uma ilusão se mostrou mais propenso a dar uma espiada nas respostas.  

Quando lhes foi dada a oportunidade de “roubar”, para receber mais dinheiro do que lhes era devido, aqueles cuja crença no livre arbítrio havia sido prejudicada, roubaram mais.  

Estes psicólogos descobriram que as pessoas que são induzidas a acreditar menos no livre-arbítrio têm maior probabilidade de se comportar imoralmente.

Parece que quando as pessoas deixam de acreditar que são agentes livres, deixam de se considerar culpadas por suas ações.  

Consequentemente, eles agem com menos responsabilidade e cedem aos seus instintos mais básicos. 

Em um outro estudo, eles mediram até que ponto um grupo de diaristas acreditava no livre arbítrio e examinaram seu desempenho no trabalho observando as classificações de seus supervisores.  

Aqueles que acreditavam mais fortemente que estavam no controle de suas próprias ações apareciam pontualmente para o trabalho com mais freqüência e eram classificados pelos supervisores como mais capazes.  

De fato, a crença no livre arbítrio acabou por ser um melhor indicador do desempenho no trabalho do que medidas estabelecidas, como a ética no trabalho.

Em outro estudo descobriram que estudantes com uma crença mais fraca no livre arbítrio eram menos propensos a oferecer seu tempo para ajudar um colega de classe do que aqueles cuja crença no livre arbítrio era mais forte.  

Da mesma forma, aqueles que tiveram uma visão determinista lendo declarações como “A ciência demonstrou que o livre arbítrio é uma ilusão” eram menos propensos a dar dinheiro a um sem-teto ou emprestar a alguém um telefone celular.

Um dos últimos estudos que li, eles relacionaram uma crença diminuída no livre-arbítrio ao estresse, infelicidade e um menor comprometimento com os relacionamentos.  

Eles descobriram que quando os sujeitos eram induzidos a acreditar que todas as ações humanas seguem eventos anteriores e, finalmente, podem ser entendidas em termos do movimento de moléculas, esses sujeitos saíram com um menor senso de significado da vida.  

No início deste ano, outros pesquisadores publicaram um estudo mostrando que uma crença mais fraca no livre arbítrio se correlaciona com o fraco desempenho acadêmico.

E a lista continua! 

Acreditar que o livre-arbítrio é uma ilusão demonstrou tornar as pessoas menos criativas, mais propensas a se conformar, menos dispostas a aprender com seus erros e menos gratas umas pelas outras.  

Em todos os aspectos, parece que, quando adotamos o determinismo, entregamos nosso lado sombrio.

Por isso eu não gosto muito de discutir o determinismo sem ser solicitada. 

Porque determinismo É a Lei Universal que prevalece. 

Mas a crença nela como um guia na tua vida precisa ser muito bem colocada para que ela te suporte e não te sabote. 

Eu sempre falo que o livre arbítrio é uma ilusão. 

Mas é uma ilusão tão necessária como o O2 que respiramos. 

Eu estou absolutamente convencida de que o livre arbítrio não existe no sentido tradicional, e a Astrologia me mostra a todo o momento que o determinismo é o que existe de fato, mas é muito ruim se a maioria das pessoas percebessem isso.

Por isso, isso é ensinado nos últimos capítulos do Gita. 

Porque é necessário uma inteligência muito mais madura para entender isso.

Gente, o Determinismo é na verdade mais pura, libertador, mas me dói ver gente que me pareceu inteligente, mas depois age tão imaturamente que dá dó!!!!!

A pessoa escolhe o time de futebol favorito e depois reclama que perde. Se fosse só reclamar tava bom. Mas o Brasil entra em luto quando 11 caras não ganham a copa do mundo! Hahahahahahahhahha!!!!!!

Que vergonha! Eu também já fiz isso! Lembra do 7 X 1?

Mas voltando, deixa eu dar um exemplo: 

Imagine que estou decidindo se devo cumprir meu dever, como saltar de paraquedas num território inimigo. 

Ou algo mais real como arriscar meu trabalho relatando alguma irregularidade.  

Se todos aceitarem que não há livre-arbítrio, eu saberei que as pessoas dirão “O que quer que ela tenha feito, ela não teve escolha - não podemos culpá-la.”

E por consequência eu já sei que não serei condenada por  tomar uma decisão egoísta. 

Infelizmente, isso é tão perigoso para a sociedade e quanto mais as pessoas aceitarem que elas não tem culpa pelo que fazem “sem querer”, pior serão as coisas.

O determinismo não apenas mina a culpa, mas também prejudica os elogios.  

Imagine que eu arrisco minha vida pulando no território inimigo para realizar uma missão ousada.  

Depois, as pessoas dirão que eu não tive escolha, que meus feitos meramente eram de se esperar, e por isso dificilmente elogiáveis.  

E, assim como minar a culpa removeria um obstáculo para agir perversamente, da mesma forma minar os elogios removeria um incentivo para fazer o bem.  

Nossos heróis pareceriam menos inspiradores, nossas realizações menos dignas de reconhecimento, e logo mergulharíamos em decadência e desânimo.

Mas não se desesperem!

Tem um caminho onde tudo anda de mão dada e ninguém se perde quando entende isso. 

A minha visão baseia-se na crença de que o livre arbítrio é realmente uma ilusão, mas que a sociedade deve defender.  

A idéia do determinismo, e os fatos que a sustentam, devem ser mantidos confinados dentro da Torre de Marfim. 

Literalmente, nos últimos capítulos do Gita. 

Somente os iniciados no Vedanta, por trás dessas paredes, deveriam ousar olhar a verdade sombria na cara.  

Vedanta é algo com que nós nos comprometemos seriamente. Por mais difícil que pensamos que é praticar o Vedanta, NÃO É!!!!!!

MAS!!! Precisa ter vontade. Precisa ter sofrido tanto ao ponto de ver o determinismo e entender que sem a ilusão do livre arbítrio VOCÊ NÃO HONRA A TUA EXISTÊNCIA!!!!

Quando as pessoas deixam de acreditar que são agentes livres, deixam de se considerar culpáveis ​​por suas ações. E da mesma forma tira sua responsabilidade nas suas vitórias.

Do que adianta fazer então? 

Mas aqui está o que te quero dar. 

Aquilo que me libertou de tudo, da depressão, ansiedade, alergias, asma, diabetes e me fez prosperar em formas que nunca imaginei que poderiam acontecer. 

Quando aprendemos intelectualmente que nós podemos utilizar essa ferramenta, exatamente como nós utilizamos o oxigênio para respirar, o novo conhecimento, as novas informações sobre o nosso cérebro e como o nosso subconsciente faz o que faz, é claro, ainda uma entrada sensorial como qualquer outra, MAS pode mudar nosso comportamento, mesmo que não sejamos os agentes conscientes dessa mudança. 

Na linguagem do Karma, da causa e efeito, uma crença no livre-arbítrio pode não só nos inspira a ser a melhor de nós mesmos, mas nos estimula a agir como.

Esta visão minha é uma posição minoritária entre os filósofos acadêmicos, muitos dos quais ainda esperam que o Bem e a Verdade possam se reconciliar e andar de mãos dadas.  

Mas representa uma antiga linha de pensamento entre as elites intelectuais.  

Nietzsche chamou o livre arbítrio de "artifício de teólogos" que nos permite "julgar e punir".  Já Smilansky, acreditava que as instituições de Justiça e punição são necessárias para evitar uma queda na barbárie.

Olha só o que está acontecendo lá fora…….”Todo mundo vai morrer um dia”…..”é só uma gripezinha”…. “E daí?….”

Mas Smilansky acreditava que a crença no livre-arbítrio vem naturalmente para nós. Ele disse que promover o determinismo é complacente e perigoso.

Eu concordo.

Na minha opinião, devemos reconhecer que mesmo os piores criminosos, psicopatas assassinos, por exemplo, são, em certo sentido, infelizes.  

Eles não escolheram seus genes.  Eles não escolheram seus pais.  Eles não criaram seus cérebros.

Mas seus cérebros são a fonte de suas intenções e ações. 

Num sentido profundo, seus crimes não são culpa deles.  

Reconhecendo isso, podemos considerar, sem drama emocional, como gerenciar os infratores para reabilitá-los, proteger a sociedade e reduzir futuras ofensas.  

Aceitar isso também nos libertaria do ódio.  

Responsabilizar as pessoas por suas ações pode parecer a solução, mas pagamos um preço alto por isso: culpar as pessoas nos deixa irados e vingativos, e isso obscurece nosso julgamento. 

Simplesmente porque nós colocamos o controle da situação em cima do assassino quando nem ele é literalmente responsável pelo ocorrido. 

Calma!

O psicopata é responsável pelo que faz mas não veio pela vontade dele, mas sim pela reação do piloto automático.

O piloto automático (teu subconsciente) pensa que agindo por vontade própria, mas não se passa de um programa.

“Se - Então” 

 Uma programação bem básica assim!

Se isso ocorrer, então assim que tem que reagir. 

O determinismo não significa que a consciência e o pensamento deliberativo não servem para nada.  Certos tipos de ação exigem que tomemos consciência de uma escolha, pesar argumentos e avaliar evidências.  

É verdade que se fôssemos colocados exatamente na mesma situação novamente, então 100 vezes em 100 tomaríamos a mesma decisão, exatamente como assistir reruns. 

Assistir o mesmo filme de novo, novamente, recorrência, reiteração, repeteco, repetência.

Mas o ato deliberado de examinar os fatos e emoções que sentimos é essencial à nossa natureza e é real.

O grande problema é que as pessoas freqüentemente confundem determinismo com fatalismo.  

Determinismo é a crença de que nossas decisões fazem parte de uma cadeia inquebrável de causa e efeito.  

Karma.

O fatalismo, por outro lado, é a crença de que nossas decisões realmente não importam, porque tudo o que está destinado a acontecer acontecerá, como o casamento de Édipo com sua mãe, apesar de seus esforços para evitar esse destino. Isso é programação!!!!

Isso é o Ego. Ficar a mercê do Ego é impotente, intelectualmente limitado, obstinado; teimoso.

Existem 2 tipos de ignorância:

A ignorância involuntária e a voluntária. 

Nos tempos de hoje, ser ignorante voluntário é padrão. 

Eu usei a ilusão do livre arbítrio pra brincar. Pra fazer o que eu mais amo fazer. E sempre mudo quando dá na telha. 

Toda semana eu planejo o que quero fazer. 

Eu honro o que está escrito na minha agenda.

Mesmo se for 10 minutos de tricô!!!

Agora só um pensamento final:

O livre arbítrio faz parte do determinismo. Ele funciona somente no nível individual.

E o que isso quer dizer?

Meus Yogis e Yoginis, significa que a mudança lá fora está literalmente dentro de você.

Se você não gosta do que está acontecendo lá fora, então vote melhor.

Se você está cansado de brigar com teu marido o tempo todo sobre as mesmas coisas, então ESCOLHA em não aturar mais essa condição e USE a sua inteligência para sair de um espaço que você mesmo ESCOLHEU. 

Se você está confuso sobre o que fazer, então escolha fazer o que te faz sentir bem, sem culpa. 

Se você fez tudo que podia para melhorar a situação, em qualquer área da vida, e mesmo assim a coisa não muda, então lembre-se disso:

Esta dimensão está trancada dentro de certas leis. Uma destas leis é a Lei da Co-criação. 

Então, se você fez a tua parte dignamente, aguarde que o Universo vai fazer a dele. 

Eu e muita gente é testemunha viva de que é assim que acontece as coisas. 

Não existe uma verdade mais verdadeira que isso. 

Nós não temos a permissão de alterar a “Programação” do Karma coletivo. 

Mas como qualquer corpo, a existência começa a partir da primeira célula. 

A existência de qualquer coisa já existe no Akaash. 

É você, quando consciente de que está utilizando a ilusão do livre arbítrio, quem traz a existência de QUALQUER coisa, objeto, pessoa, evento ou situação, para esta dimensão.

Não sei mais como explicar isso melhor. 

Mas sim, existem muitas literaturas desde mil novecentos e bolinhas, que explicam a fórmula de conquistar tudo que quer na vida material e se manter espiritualmente elevado, emocionalmente maduro, formado e desenvolvido, mentalmente afiado, TUDO ao mesmo tempo!!!!!

Eu inclusive estou montando um texto com tudo o que é referência, referências sólidas, onde os métodos, as práticas realmente funcionam. 

Nada é meu e honestamente, tem muito senso comum. Não são informações secretas ou proibidas! Hahahahahaha

Eu estou as organizando de uma maneira linear. Para que o entendimento seja fluido pra você. 

Mas exatamente como o Capítulo 18 do Gita, Krishna revela a verdade do Determinismo para Arjun de uma forma que não tem como Arjun não fazer o que ele foi feito pra fazer. Vencer um Yudh! Uma Guerra. 

O fato disso ser revelado no último capítulo, mostra que para obter um conhecimento superior ao mundano, automático, elevado, precisa passar por uma jornada. 

Existe uma trilha a caminhar. 

Isso é a vida. 

A tua vida.

Quem mais vai fazer o papel do/a (insira seu nome)?

Para que viver uma vida onde você não se sente bem quando se tem a liberdade de completamente alterar isso meu deus!!!

(Uma nota: eu adoro me exaltar. Portanto se na minha escrita eu me exaltar e você não gostar, vaza! Tchau!)

EU QUERO CHACOALHAR ESSA PORRA!!!!!!

EU QUERO ABRIR TEUS OLHOS!!!!

Mas Professora, você mesmo acabou de dizer que não podemos mudar nada lá fora!

Mas minha filha, eu não estou te mudando.

Eu estou me chacoalhando para chacoalhar quem for que leia esse textão que deveria ser livro! Hahahahahahaahahaha

E eu sei que o resultado não é meu. Não tenho como alterar o resultado. Mas posso alterar a fórmula.

Por isso quando digo que quero abrir teus olhos, quero dizer, eu já te vejo abrindo os olhos. 

De 100 mil, se eu conseguir acordar 1, com as minhas palavras e ações, eu não vou deixar estas oportunidades passarem. 

Não espero mudar o mundo. Mas eu melhor, consistentemente, todo dia, vencendo batalha após batalha, e depois começar a ver os frutos do meu esforço……….aaaahhhhh, vale muito a pena. 

É contagiante!

Não posso mudar os outros.

Mas eu posso ensinar a alterar a formula.  

Eu alterei a minha fórmula. 

Resultado?

Eu só sei que minha vida está melhor em tudo que é área. 

Nada está 100%. Mas está bão de mais. E se fosse melhor 100%, não teria graça. 

Sempre tem espaço pra melhorar.

Sempre tem lugar pra evoluir.

A cada momento.

Esse foi um.

Esse agora, foi outro.

Ih! Mais um agora!

E o outro!

Entendeu?

Namaste,

Shakti Karahe, PhD
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